
Agradecimentos ao leitor Felipe “Hupiscratch” Andrade.
Com a demanda de soluções para os impasses criados na relação das instituições de ensino e os estudantes da “geração videogame“,
um professor americano parece ter dado um grande passo na busca de
alternativas para estimular os alunos a irem ao encontro do
conhecimento.
Lee Sheldon, professor da Bloomington’s Indiana University, na matéria de design de games,
estabeleceu um sistema de avaliação de alunos, no mínimo, curiosa:
“emprestou” o sistema de experiência (XP) típico de
jogos de RPG e MMORPGs, e assinalou
para cada aluno um avatar, que começa suas aulas com nível 1.
Para ganhar pontos de experiência, o estudante deve completar atividades camufladas na forma de “quests“,
“crafting” e outros termos que os maníacos por este tipo de jogo estão
mais que familiarizados. Na vida real, os alunos estão fazendo
apresentações, trabalhos e todo tipo de atividades tradicionais, mas
ganham XP por fazerem isso. Os estudantes são agrupados em Guildas
(Guilds), que desenvolvem as atividades das quests em
conjunto.
Perguntado se o sistema funciona, o professor diz achar que sim, dado que o feedback recebido depois da adoção desse esquema é bem
mais animador que o do método “normal”. Sheldon disse que, de uma classe
de 40 alunos, apenas 2 não se envolveram com tal sistemática, alegando
que o problema desses dois dissidentes vai muito além de sua aula, ou
seja, vão mal em tudo.
As declarações de Lee são impulsionadas por um artigo da revista ITNews que trata da entrada da “geração videogame” no mercado de
trabalho. A matéria sugere que empregadores têm utilizado técnicas de
desenvolvimento de jogos para motivar seus empregados, tais como
definição clara de objetivo e recompensas crescentes, que aumentam o
nível de comprometimento do funcionário.
E, pelo jeito, está funcionando.
fonte: http://jovemnerd.ig.com.br
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